Arquivos para a Categoria ‘Público’
O Público agradece
Se compararmos as primeiras páginas de hoje do Público e do DN, há uma dúvida que se dissipa: o DN abandonou, em definitivo, o campeonato dos jornais de referência, onde as notícias de cultura têm um peso assinalável.
O Público, naturalmente, agradece.
Lebres e tartarugas no ciberjornalismo
O Público.pt já deu uma “última” com dois parágrafos. O Correio da Manhã, vá lá, deu quatro. Para o DN e o JN não se passa absolutamente nada (até a Wikipédia já deu a “notícia”…).
Espreitemos agora o que dá o ELPAIS.com: notícia com foto destacada no topo da página; um dossiê com “tudo sobre Rostropovich“; possibilidade de se ouvir trechos de música; fotogaleria.
Estamos mal.
Galerias fotográficas do cidadão no Público.pt
Mais uma iniciativa acertadíssima do Público.pt, portanto.
Um novo "P", de Público
Já tive oportunidade de folhear, em papel, o “número zero” do “novo” Público, que sai para as bancas na próxima segunda-feira. Primeiras, e breves, impressões:O P2, o novo suplemento, parece responder a uma necessidade imperiosa: a da diversificação de assuntos, área em que os jornais continuam a ser, em geral, muito rígidos. Espera-se que o diário reforce aqui o noticiário de cultura, área em que tem vindo a perder gás.
Publico.pt recua e refresca
Público reabre acesso gratuito à edição impressa na Internet
Público em crise
O Público, segundo o DN de hoje, está «num processo de reestruturação profunda que envolve mudanças gráficas, de conteúdos – com a fusão dos suplementos Y e Mil Folhas – e na redacção.»
A ler:
José Manuel Fernandes quer “refundar” jornal
Travessias na memória:
Perda de Público
A Web social no Público
A Web social no Público
O conjunto de textos merece uma leitura atenta e pode ser lido, gratuitamente, no Publico.pt:
Geração MySpace companhia ilimitada
O boom da dot-com, versão 2.0
Perda de Público
A ler:
Um moblog solar
Tem razão António Granado quando escreve que «este tipo de iniciativas tem um enorme potencial ainda não explorado pelos jornais portugueses». Ou não fossem os melhores jornais online feitos em estreita interactividade com os seus leitores.
Público.pt: dez anos
Em 1999, o Público.pt deu um salto importante, ao introduzir o serviço Última Hora, dando corpo a uma das principais exigências do ciberjornalismo: a imetiatez. Longe ainda dos padrões de diários como El País (para não irmos mais longe), ainda assim tem cumprido.
Outra marca distintiva, e muito positiva, foi a decisão de nomear um director próprio para o Público.pt., José Vítor Malheiros, que esteve também na origem do projecto.
O Público.pt tem, por isso, potencial para crescer e melhorar, pois há muito a fazer, em particular nos capítulos da interactividade, da hipertextualidade, da multimedialidade e mesmo da navegabilidade. O texto tem de ser equilibrado com material multimédia, de modo a aproximar este jornal de um verdadeiro medium noticioso da Web.
Ainda assim, dez anos passados, o Público.pt mantém-se um pequeno oásis no panorama deprimente e amador do ciberjornalismo português.
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