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Publicidade cresce na Net
Os hábitos estão, inegavelmente, a mudar. As empresas que investem em publicidade nos média é que, por vezes, demoram muito mais tempo a fazer o mesmo.
Uma possível revolução dos média
Pequena ficção sobre a Web
E, se um dia, a Web, sei lá, 8.0, nos entregasse o jornal em papel através do ecrã do nosso computador?
"Eu jornalista" no ELPAIS.com
O ELPAIS.com acaba de dar mais um grande passo “interactivo”, com a criação do espaço para as “notícias” dos leitores. Chama-se Yo periodista e é apresentado assim:
Descontando a simplificação que esta última frase encerra, Yo periodista é, naturalmente, uma boa ideia, em sintonia com a entronização galopante do cidadão como agente participante do processo jornalístico, online e não só, como se acaba de ver com o caso do massacre na Virgínia.
Por outro lado, o ELPAIS.com mostra, com mais esta iniciativa, continuar atento e, sobretudo, aberto à inovação. Ainda recentemente, o ciberjornal espanhol abriu um quiosque e criou um “correspondente” no Second Life.
Citizentube: o cidadão tem a palavra (e o vídeo)
JPN no caminho da Web 2.0
Enquanto o ciberjornalismo em Portugal lá vai prosseguindo o seu caminho em marcha lenta meia parada, no mundo universitário vão surgindo algumas experiências e inovações estimulantes.
Que diria McLuhan sobre o YouTube?
Jornais entre o papel e o vídeo
As inovações são quase diárias. Por exemplo, o The Guardian decidiu redesenhar a sua estratégia online, apostando no reforço do fluxo noticioso na Web, oferecendo notícias 24 horas por dia, sete dias por semana, em vez de 16 horas, cinco dias. Porque, como explicam os responsáveis do jornal, os utilizadores da Web esperam ler as notícias no momento em que acontecem. «Se não actualizarmos o nosso site continuamente, os leitores irão para outro lado.» Os 20 princípios que norteiam esta mudança de estratégia podem ser lidos no Jornalismo & Internet.
No New York Times, a aposta é agora no aumento da oferta de conteúdos em vídeo. O mês passado, estreou os “vídeo-obituários”, explicados assim: «The idea is to video extensive interviews with all types of notable people while they are still alive with the understanding that everything they say will be embargoed until they die.» Um dos estreeantes desta modalidade foi o colunista Art Buchwald, falecido há cerca de um mês. No seu “vídeo-obituário”, registou: «Olá, sou o Art Buchwald e acabei de morrer.» Se achar isto estranho, leia aqui as explicações de Vivian Schiller, manager do NYTimes. com.
O Daily Telegraph lançou, este mês, um novo serviço de televisão. À hora de almoço, oferece um briefing online sobre negócios.
O tempo do “papel e caneta” nos jornais está, definitivamente, a passar à história.
"Egopublishing": os egos publicam-se
Se fosse vivo, McLuhan teria, talvez, de fazer umas reconsiderações quanto à sua célebre frase “o meio é a mensagem”. Talvez mudasse para algo do género: “a mensagem sou eu”.
Nostalgia Internet
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