Arquivos para a Categoria ‘DN’
O Público agradece
Se compararmos as primeiras páginas de hoje do Público e do DN, há uma dúvida que se dissipa: o DN abandonou, em definitivo, o campeonato dos jornais de referência, onde as notícias de cultura têm um peso assinalável.
O Público, naturalmente, agradece.
Lebres e tartarugas no ciberjornalismo
O Público.pt já deu uma “última” com dois parágrafos. O Correio da Manhã, vá lá, deu quatro. Para o DN e o JN não se passa absolutamente nada (até a Wikipédia já deu a “notícia”…).
Espreitemos agora o que dá o ELPAIS.com: notícia com foto destacada no topo da página; um dossiê com “tudo sobre Rostropovich“; possibilidade de se ouvir trechos de música; fotogaleria.
Estamos mal.
As pauladas no DN
Pelos vistos, vem aí mais uma paulada valente, desta vez de cariz… “popular”. Golpe de misericórdia?
O DN no Travessias:
O comissariado mata
DN: de mudança em mudança
JN e DN sem salero
É pena.
Global Notícias "arruma a casa"
Público.pt: dez anos
Em 1999, o Público.pt deu um salto importante, ao introduzir o serviço Última Hora, dando corpo a uma das principais exigências do ciberjornalismo: a imetiatez. Longe ainda dos padrões de diários como El País (para não irmos mais longe), ainda assim tem cumprido.
Outra marca distintiva, e muito positiva, foi a decisão de nomear um director próprio para o Público.pt., José Vítor Malheiros, que esteve também na origem do projecto.
O Público.pt tem, por isso, potencial para crescer e melhorar, pois há muito a fazer, em particular nos capítulos da interactividade, da hipertextualidade, da multimedialidade e mesmo da navegabilidade. O texto tem de ser equilibrado com material multimédia, de modo a aproximar este jornal de um verdadeiro medium noticioso da Web.
Ainda assim, dez anos passados, o Público.pt mantém-se um pequeno oásis no panorama deprimente e amador do ciberjornalismo português.
DN: de mudança em mudança…
Ora, não há jornal que resista a tanta asneira feita de forma tão certeira e concentrada. Mudanças constantes de direcção, nomeações feitas com base em critérios de interesse político, erros clamorosos de “casting” (incluindo na administração do jornal) só podem dar no que tem dado.
Esperemos agora, para bem do jornalismo menos mau que se faz em Portugal, que não venha por aí uma nova direcção saída da chuteira que estiver mais à mão de Oliveira.
A ler:
Oliveira substitui direcção do “DN” logo que o negócio esteja fechado
Londres e os media online portugueses
dn.pt: para o DN, não se passa nada. Abre-se o site, clica-se em “Última hora” e… nada. Londres bem podia estar a arder…
JN: nas “Últimas”, tem três notícias curtas sobre o assunto, a primeira das quais colocada às… 12.12h. E nada mais.
TSF: Pela primeira vez, e naturalmente, som na Web. Da rádio, está claro. Quanto ao mais, estilo agência noticiosa.
SIC Online: Um infográfico! E depois muita Lusa, Reuters e France Press. Nem uns 15 segundos de vídeo que podia ser aproveitado dos canais de televisão do grupo. Fraquíssimo.
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