Arquivo de Dezembro, 2006|Página de arquivo mensal
Show de fotografia no MSNBC.com
Nem mais.
Jornais sociais
Em declarações ao Público, edição de hoje, a propósito da última capa da revista Time, defendo que os media tradicionais devem estar bem atentos ao que se passa na chamada Web 2.0. Títulos de referência, como El Pais e New York Times, por exemplo, dão claros sinais de que não estão à espera que o futuro lhes caia em cima de repente.Por outras palavras: o tempo das “cartas do leitor” já passou à história. A maior parte dos jornais é que ainda não deu por isso.
Um diamante multimédia
Ali para os lados do MSNBC.com não se brinca em serviço.
A imprensa digital que se segue
Os directores dos jornais portugueses, e não só, talvez não perdessem nada se, nos próximos tempos, pusessem este Livro Branco no topo das prioridades de leitura.
Seres digitais
Também não surpreende que sejam os jovens com menos de 18 anos os que mais se agarram aos média digitais em detrimento dos “analógicos”, leia-se, televisão, rádio, jornais, etc..
É exactamente por aqui que o desenho da estratégia dos média deve começar. Sob pena de os raios catódicos, o papel, as ondas hertzianas ou o grande ecrã passarem num ápice à condição ingrata de irrelevância.
Aquele “velho” conceito de mediamorfose, de Roger Fidler, faz cada vez mais sentido.
Desinvestigação jornalística
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