Arquivo de Outubro, 2006|Página de arquivo mensal
Vídeo no texto da economia
Não é nenhum ovo de Colombo, nem um salto quântico multimédia no ciberjornalismo português. Mas não deixa de ser um passo inteligente por parte do Diário Económico. O vídeo chegou às páginas do DiarioEconomico.com numa altura em que os ciberjornais generalistas continuam a dormir na forma e a investir praticamente zero. Seja no que for.Implicará esta pequena inovação investimentos gigantescos? Não. Estará tecnicamente apenas ao alcance dos génios do MIT? Nem por sombras.
A partir de hoje, «o cantinho do Diário Económico onde se faz televisão» vai ser usado três vezes por dia. Se a maioria dos ciberjornais quisesse usar a cabeça e tivesse vontade de sair da pasmaceira, faria o mesmo.
Que se passa no Porto?
O Porto, cidade e Área Metropolitana, está em morte lenta no Público. Moribundo no DN. Definhando no Expresso. Não existe no Sol. O Correio da Manhã tem mais em que pensar. O 24 Horas é para esquecer.
Só o JN, que tem sofrido na pele das suas páginas sérias queimaduras provocadas pela(o) capital, lá vai aguentando as suas páginas do Grande Porto. Um milagre.
Que se passa? É o péssimo feitio e estreiteza de vistas de Rui Rio? É a sujidade do rio Douro que afugenta as empresas, os “cérebros”, os artistas, investidores, as elites, e as entrega nos braços da Quinta da Marinha? É a cidade histórica a cair de podre que deprime o pulsar da urbe? São as crateras lunares das ruas que dão cabo dos Jaguares?
Ou, então: será que no Porto não se passa mesmo nada?
Sol e Expresso: ganha o melhor
No Teatro Rivoli
O Publico.pt apanhou bem a polémica no ar e abriu um blogue, o No Teatro Rivoli. A provar que há boas ideias que ficam de graça.
Palmas e Bordoadas: no Sol
Encontro de Weblogs no Porto
O 3º Encontro Nacional e 1º Encontro Luso-Galaico sobre Weblogs está à porta. Começa na próxima sexta-feira e termina no dia seguinte, no auditório da Reitoria da Universidade do Porto.
P.S. Declaração de interesses: faço parte das comissões de organização e científica deste encontro.
O futuro dos média hoje
Lead: «Os especialistas estão de acordo: o jornalismo está a sofrer a maior transformação desde a industrialização da imprensa escrita no século XIX. Os desafios são muitos. Há uma avalanche de novas tecnologias que colocam novos desafios à profissão. Os media buscam a estratégia certa para responder a esses desafios. “Convergência” é a palavra-chave».
A ler:
Os media olham o futuro: “O melhor dos tempos e pior dos tempos”
De leituras: Mediatizados
Um tema interessante a pedir leitura urgente: os média contemporâneos estão a moldar as nossas vidas de formas completamente novas? O mundo, como já dizia Shakespeare, é mesmo um grande palco e nós meros actores?
Excerto da sinopse: «Do funeral da princesa Diana à perspectiva do terrorismo à escala global, de cenas de sexo na Sala Oval à política de cowboyada em terras distantes, Mediatizados guia-nos por cada departamento da nossa sociedade intensamente mediatizada. A cada esquina vemo-nos tal qual somos, mergulhados em opções, rodeados por representações e forçados por estas circunstâncias a transformar as nossas vidas em actuações. »
Os deuses dos média
Que figuras? Pedro Santana Lopes (PSD), Carlos Carvalhas (PC), António Pires de Lima (CDS/PP), António Vitorino (PS), e Joana Amaral Dias (BE).
Esta gente anda claramente a disputar o papel a Deus: está em todo lado, em horário nobre.
A ler:
TSF cede espaço ao comentário matinal
Publico.pt recua e refresca
Público reabre acesso gratuito à edição impressa na Internet
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