Arquivo de Maio, 2005|Página de arquivo mensal
Ciberjornalismo: peças de baú
Os jornais do futuro na rota de Barcelona (1995)
Os herdeiros do videotexto (1995)
Jornalistas portugueses apostam na Net (1996)
TSF: a rádio em directo na rede (1996)
Cornetas perdidas no meio da orquestra? (1996)
Os novos jornalistas (1996)
Jornais digitais em contagem crescente (1996)
El País Digital à maneira de uma agência de notícias (1996)
Mindy McAdams: Jornais electrónicos devem ser rápidos e breves (1996)
Na minha “velhinha” homepage, há ainda mais passado sobre esta história…
Deus no ar
Jornalismo em debate
Fora de prazo
Dez anos de jornalismo na Web
Quase uma década depois de o primeiro diário generalista português ter começado a publicar regularmente notícias na sua versão online, é uma excelente altura para se fazer o balanço. Quanto mais não seja para se procurar perceber melhor os porquês de estar quase tudo por fazer no que ao ciberjornalismo nacional diz respeito…
Imprensa: a crise dos quatrocentos
Por outro lado, e aqui, sim, acerta tarde mas em cheio, Murdoch defende a dinamização do sites dos jornais, «ultrapassando o mero espelho das edições impressas, com notícias mais viradas para os leitores, comentários que os tornem quase “blogs” e aproveitando melhor as possibilidades de imagem e som». Nada que não tenha sido defendido nos últimos dez anos por quem acompanha de perto o ciberjornalismo. Mas, enfim, nunca é tarde para começar a trabalhar a sério.
Disto resulta que no mundo dos jornais começa a ganhar consistência a percepção, por parte do topo da hierarquia de grandes grupos de comunicação, de que é na Internet que está uma das respostas mais sérias para o futuro da imprensa tradicional. Mas o que se torna necessário que compreendam é que muita coisa terá que mudar para que os velhos jornais não pareçam mesmo “velhos” no ciberespaço. Será necessário reforçar o volume de investimentos em meios técnicos e humanos, adaptar os conteúdos aos formatos e linguagens da Web, hipertextualizar as narrativas jornalísticas, formar ciberjornalistas, alargar espaços de participação dos leitores, e, acima de tudo, estar permanentemente aberto às mudanças em curso.
Se tudo se mantiver como até agora, com um abismo a separar os grandes discursos sobre a era digital da concretização de projectos jornalísticos online como deve ser, a imprensa pode, de facto, vir a viver dias muito difíceis nas próximas décadas.
Memória: há 400 anos, em Anvers…
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